Considere a maturidade digital de uma empresa do ponto de vista dos estágios da vida, como infância, adolescência e idade adulta.
Quando um negócio é lançado online, é como um bebê que precisa de orientação e cuidados regulares.
Agora que a empresa está em crescimento digital chegou à adolescência, colocando em prática o que aprendeu na etapa anterior, começam a ser criadas responsabilidades, relacionamentos, processos e rotinas.
O público passa a se identificar com sua marca e a segui-la na internet.
Agora, quando uma empresa adota metas claras e estratégicas para o seu negócio com foco no cliente e nos resultados, é sinal de que entrou na fase madura do processo.
Aqui, sua marca está pronta para competir no espaço digital e usar as lições aprendidas ao longo do caminho.
Afinal, não basta que sua empresa esteja online, ela também deve manter seu marketing digital evoluindo para se destacar no mercado.
E essa realidade bate às portas das pequenas, médias e grandes organizações todos os dias.
O que é maturidade digital?
O termo “Maturidade digital” refere -se ao papel das empresas em relação às tecnologias utilizadas para atender as demandas do mercado em ambiente online.
Isso incluiu clientes, colaboradores, parceiros e a sociedade.
Essa evolução digital atingiu em cheio o Brasil durante a pandemia.
E as organizações que mais crescem são as que marcam presença no mundo online, acompanhando o comportamento de compra dos seus clientes.
Gigantes como Amazon e Airbnb são alguns exemplos disso.
Por isso, conheça 6 pontos-chaves para atingir a Maturidade Digital do seu negócio:
1. Pessoas
Os maiores assets de uma empresa são as pessoas.
É fundamental ter uma equipe qualificada para traduzir dados e informações em insights para acelerar a maturidade digital.
Isso só é possível com um C-level comprometido com a mudança, que usa a tecnologia de forma estratégica e busca desenvolver e treinar colaboradores para criar uma cultura de negócios mais ágil e flexível
Para isso, é fundamental que a empresa valorize o aprendizado contínuo e que os líderes incentivem os colaboradores a participar da transformação digital.
Com isso, todos podem dar sugestões de melhorias e colaborar para torná-las realidade na prática.
2. Cultura
“Testar e aprender” é outra mentalidade de aprendizagem que se manifesta em processos.
É a ideia de que os erros são possíveis e fazem parte do processo de aprendizagem.
Sempre digo que é importante que o risco tenha espaço dentro da cultura do time, para que as pessoas possam experimentar e crescer.
O que garantiu sucesso até aqui pode não garantir sucesso no futuro.
Como resultado, é fundamental que as empresas forneçam espaço para testes, porque a experimentação e o erro estão no centro dos processos de inovação.
Outro elemento cultural necessário para desenvolver maturidade digital é a agilidade.
Agilidade não diz respeito a uma metodologia específica,
Parte disso, na verdade, decorre da percepção de que as decisões devem ser tomadas de forma contínua, acompanhando o ritmo dos negócios e a crescente demanda do consumidor.
3. Dados
As comparações dos dados com fontes de riqueza são inúmeras.
A maneira como uma empresa vê, trata e usa os dados do cliente para moldar estratégias, produtos e serviços é fundamental.
Nesse ambiente, é fundamental ser franco com o consumidor e deixar claro como a empresa está utilizando essas informações.
Essa é uma via de mão dupla: o cliente permite o acesso aos seus dados e a empresa usa essas informações para agregar valor.
Se o seu público não receber benefícios ao compartilhar suas informações, é provável que eles parem de compartilhá-las e em vez disso, associem-se a empresas que ofereçam benefícios tangíveis.
Conseguimos observar isso a partir de um outro relatório que demonstra que há um estímulo maior se algo lhe for oferecido em troca: descontos, amostras de produtos, cupons e garantias estendidas.
Benefícios por si só, no entanto, não são suficientes.
Novas leis no Brasil e no mundo, juntamente com um maior nível de conscientização sobre a importância da proteção de dados e privacidade, tornam necessário priorizar esse assunto dentro das empresas.
Para garantir a adequação de todos os seus processos e ações de marketing à Lei Geral de Proteção de Dados ( LGPD ), à medida que continuam estabelecendo relacionamentos personalizados com seus clientes, é necessário um plano específico das marcas.
Sendo a contratação de profissionais e o empenho dos seus colaboradores, desde a gestão de topo às funções mais operacionais.
4. Mensuração
Hoje, os consumidores se comunicam com suas marcas de várias maneiras como: por meio de anúncios, redes de mídia social, mídia off-line e interações cara a cara.
Há uma enorme variedade de mídias, mas como você pode transmitir tudo?
Cada canal age de forma complementar, por isso é preciso analisar e pesar o papel que cada um deles têm no processo de decisão de compra.
Quando você consegue distinguir o que teve mais influência nas interações com os clientes e usar as ferramentas digitais para ajudar na atribuição de valor às estratégias de marketing, você está mais próximo da maturidade digital.
Afinal, se você não mede o que está fazendo, corre grandes riscos de estar apostando em opiniões, em vez de em fatos concretos.
5. Parcerias
É fundamental que a equipe esteja aberta para evoluir e aprender novas habilidades.
Para garantir uma forte transformação digital, as equipes devem colaborar com o objetivo de aumentar a eficiência da empresa e agregar valor aos clientes.
Outro ponto fundamental é que as empresas vejam a cooperação de forma estratégica.
O processo de maturidade digital é longo e, nesse contexto, conectar-se com outros players da indústria, parceiros de tecnologia e fornecedores pode ajudar a levar ainda mais valor para os consumidores.
Quando você abre as portas para a colaboração e quebra o isolamento, sua empresa estará exposta a novas perspectivas e oportunidades, o que é fundamental quando se considera o estado atual do mundo .
Isso vale não apenas para marcas, mas também para agências que enfrentam desafios semelhantes.
6. O cliente no centro
Isso é algo que se fala com frequência, mas nem sempre ocorre: o cliente deve estar no centro.
É difícil e exige uma mudança significativa na estratégia, porque muitas empresas têm uma abordagem muito autocentrada para suas necessidades.
Colocar o cliente em primeiro lugar significa que todas as decisões de negócios, ou pelo menos as fundamentais, devem ser tomadas com o objetivo de resolver os problemas dos clientes e melhorar a qualidade de suas vidas.
Por fim, quanto mais tempo as empresas demoram para começar a trilhar o caminho da maturidade digital, mais difícil fica.
Esse é um processo em etapas e cada passo tem valor, porque cada um traz aprendizados importantes.
Se você deseja iniciar essa jornada, temos uma equipe especializada que pode orientá-lo no procedimento para que possamos dar esses primeiros passos cruciais e necessários juntos.
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